terça-feira, 16 de setembro de 2014

Minério de Ferro: O Fim de Uma Era...



O nome "ferro" deriva do latim "ferrum", enquanto o anglo-saxónico "iron" tem origem no escandinavo "iarn". Tem-se indícios do uso de ferro procedente de meteoritos, quatro milênios a.C., pelos sumérios e egípcios. Na pré-história descobriram alguns objetos de ferro em explorações arqueológicas na pirâmide de Gizé, no Egipto; na China, estima-se que a utilização do aço remonta a 2550 a.C.. Também nos é indicado pelos poetas védicos que os seus antepassados pré-históricos possuíam o ferro, e que os seus artesãos já tinham adquirido técnica considerável na transformação de ferro em utensílios. O minério de ferro tem importância histórica como, por exemplo, o uso deste mineral como suporte para a Revolução Industrial.

Fim de Uma Era?

Com uma baixa de 40% em 2014, há quem diga o minério de ferro vive o fim de sua era dourada. A cotação de US$ 81,90 registrada no dia 11/09/2014 no mercado à vista chinês foi a menor desde 22 de setembro de 2009, ano marcado pelos efeitos da crise financeira global. Iniciada no final de agosto, a sequência de baixas do minério é provocada por aumento na oferta do produto e por uma expansão mais lenta da demanda na China.


Para alguns analistas, a queda não está relacionada apenas aos soluços da demanda chinesa, mas também a um novo perfil de produção. "Na nossa visão, 2014 é o ponto de inflexão onde novas capacidades finalmente alcançam o crescimento da demanda, e as margens de lucro começam uma reversão ante a média histórica. Em outras palavras, o fim da era do ferro chegou", diz Christian Lelong, analista do Goldman Sachs, em relatório.

O analista se refere aos novos projetos de grandes mineradoras, que, nos últimos anos, investiram bilhões visando o baixo custo. Assim como a brasileira, outras mineradoras investiram em projetos com logística integrada para reduzir os custos e garantir mercado. São elas que devem prevalecer na nova era do setor, pois os preços não devem voltar aos US$ 130 do final de 2013.

Logística Deficiente

A forte queda nos preços do minério de ferro acentuou a preocupação de que mineradoras sem logística integrada possam ter comprometidos projetos de expansão e reduzam os embarques da commodity. Um grupo de empresas que inclui grandes siderúrgicas como Gerdau, Usiminas e ArcelorMittal, além das mineradoras Ferrous e MMX, comprometeram entre R$ 4 bilhões e R$ 5 bilhões para aumentar a produção de minério de ferro em Minas Gerais. Mas, no atual cenário de preços, essas empresas poderão ter que rever a sua posição se as cotações não se recuperarem e se não houver um ajuste nos preços dos serviços logísticos para exportar.


A logística é fundamental na mineração. Empresas que não contam com uma estrutura própria de ferrovia e porto ligando-se às minas são obrigadas a operar com custos mais altos e, em cenário de queda nos preços, perdem competitividade. Nas contas do Goldman Sachs, as mineradoras sem logística própria gastam cerca de US$ 32 por tonelada para colocar o minério de ferro nos navios, na costa brasileira, mais US$ 24 por tonelada de frete marítimo. A estimativa do Goldman Sachs é de que Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Usiminas e Gerdau teriam perdas exportando no nível de preços atuais da commodity.

A Vale tem um custo de produção até o porto na faixa de US$ 22 por tonelada e seu minério chega aos portos da China, o principal mercado consumidor da empresa, em torno de US$ 46 por tonelada considerando o frete marítimo atual de US$ 24 por tonelada. Para o Goldman Sachs, só a Vale, entre as mineradoras brasileiras, poderá gerar fluxo de caixa operacional positivo com os atuais preços do minério de ferro. Já o Citi afirmou que somente Vale e CSN têm logística integrada para cobrir todos os custos de maneira sustentável no atual patamar de preços abaixo de US$ 90 por tonelada.

O Citi informou também que a entrada em operação do Porto Sudeste, em Itaguaí (RJ), poderá reduzir marginalmente os custos para MMX, Usiminas e Gerdau, entre outros exportadores. Segundo o Goldman Sachs, excluindo Vale e Samarco (controlada de pelotização), as pequenas e médias mineradoras representaram 16% das exportações de minério de ferro do país no primeiro semestre do ano.

Desvantagem em Relação aos Pares

O mercado de fretes marítimos para o minério de ferro entre o Brasil e a China, hoje na faixa de US$ 24 por tonelada, tem se mantido estável nos últimos meses, mas, no médio prazo, o cenário é de alta. "A tendência do frete para os próximos anos é crescente", disse José Carlos Martins, diretor de ferrosos e estratégia da Vale. Para a mineradora, mais importante do que o número absoluto, porém, o que conta é a diferença em relação à Austrália, onde estão suas principais concorrentes: Rio Tinto e BHP Billiton.

Os australianos têm um custo de cerca de US$ 9 a tonelada para transportar o minério de ferro até o mercado chinês. Isso faz com que a diferença em relação ao Brasil fique atualmente na casa de US$ 15 por tonelada. A China é o principal mercado para o minério de ferro da Vale e responde por cerca de 50% das vendas.

Em 2008, houve meses em que o frete Brasil-China para o minério de ferro chegou a US$ 100 por tonelada, enquanto o custo da Austrália era de US$ 40 por tonelada. O diferencial naquele período chegou, portanto, a US$ 60 por tonelada no mercado "spot" (à vista).


A Vale tem trabalhado para "minimizar" o diferencial de fretes com a Austrália, embora não vá conseguir igualar a relação de custos por uma questão geográfica. A mineradora brasileira montou uma estratégia logística para chegar à Ásia de forma mais competitiva: construiu um centro de distribuição em Omã, na Península Arábica, e deve concluir uma instalação semelhante na Malásia, no Sudeste asiático, até o fim do ano. Nas Filipinas, a empresa conta com duas estações de transferência.

Toda essa estrutura logística permite à Vale atingir os mercados da Ásia e Oriente Médio com os mineraleiros Valemax, com capacidade individual de 400 mil toneladas, armazenar e redistribuir o minério de ferro até o destino final em navios menores. Até agora, os Valemax atracaram nos portos de Taranto (Itália), Roterdã (Holanda), Oíta e Kimitsu (Japão), Mindanao (Filipinas), Sohar (Omã) e Ponta da Madeira e Tubarão (Brasil), além de operações nas estações flutuantes de transferência nas Filipinas.

Esse modelo logístico vem sendo desenvolvido enquanto a Vale aguarda para chegar à China com os Valemax, hoje sem autorização para atracar nos portos chineses. A longo prazo, a empresa também planeja montar centros de distribuição na China.

Os portos chineses concedem autorizações para navios de até 350 mil toneladas, segundo Martins. Mas quando a Vale decidiu investir nos Valemax havia uma regulamentação geral que permitia a entrada dos navios. Cabia ao porto decidir se a embarcação poderia atracar ou não. Em uma fase posterior, essa decisão passou a ser tomada pelo governo central da China.

Até hoje, só dois Valemax atracaram em portos chineses em condições especiais, carregados com volumes menores e com adaptações. A pressão contra os Valemax partiu de armadores locais que encaram a Vale como concorrente, visão que a empresa considera inapropriada, pois parte do transporte é feito em navios alugados das próprias companhias de navegação chinesas.

Valemax

A Vale informou na sexta-feira última ter firmado acordo com a China Ocean Shipping Company(Cosco) [COSCO.UL] para cooperação estratégica no transporte marítimo de minério de ferro, um movimento que pode ajudar a mineradora brasileira a resolver um custoso embargo de dois anos da China aos navios gigantes Valemax.

Pelo acordo, quatro navios VLOCs com capacidade de 400 mil toneladas, que atualmente pertencem e são operados pela Vale, serão transferidos para a Cosco e afretados para a Vale em contrato de 25 anos. A companhia também deve assinar um contrato de afretamento de longo prazo com a Cosco para transportar minério de ferro do Brasil por dez novos navios Valemax, que serão construídos pela Cosco. O acordo é parte de um contínuo esforço da Vale para poder se concentrar no negócio de mineração.


A proibição para a Vale atracar seus grandes navios nos portos chineses tem frustrado as tentativas da mineradora de reduzir os custos de frete e competir com rivais australianas, como BHP Billiton e Rio Tinto, que estão mais perto de China. Armadores chineses se opuseram ao acesso para os grandes navios da Vale, dizendo que eles poderiam agravar uma oferta excedente de embarcações. 

Impactos em Minas

A queda de preço do ferro já é sentida nas cidades de Minas Gerais onde a mineração é importante fonte da economia. No Estado, os repasses da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (Cfem) caíram 29% de janeiro a julho deste ano. Mas, em cidades como Itabira, maior produtora de ferro, a queda foi ainda mais acentuada e ficou em 62,1%.

Na cidade, o prefeito Antônio Carlos Noronha Bicalho (PDT) já havia se reunido antes do fim do primeiro semestre com seus secretários para pedir o corte de gastos na prefeitura. Medidas parecidas foram adotadas em Nova Lima, onde no semestre a arrecadação com o minério caiu 35,2%, e em Brumadinho, cuja queda foi de 33,4%.


De acordo com a Associação dos Municípios Mineradores de Minas Gerais (Amig), as cidades mineradoras têm até 85% do orçamento dependente dos impostos e contribuições gerados pela mineração. Além da contribuição pela exploração do solo por grandes companhias, são muitos funcionários e empresas que dependem do setor para sobreviver.

Mercados

Na BM&FBovespa, as ações das siderúrgicas estão entre as maiores quedas do Ibovespa em 2014. O baixo preço da commodity agrava a situação dessas companhias, que sofrem com a desaceleração da demanda por aço no país. As ações da Usiminas amargam perda de 42,5% no ano, os papéis da CSN caem 31,8% e os da Gerdau, 29,6%. A Vale acumula queda de 20,8%, enquanto o Ibovespa sobe 13,9%.


Pequeno Suspiro

Os preços à vista do minério de ferro registraram ontem (15/09/2014) a maior alta diária desde março, com preços mais firmes do aço na China impulsionando uma recuperação ante as recentes mínimas de cinco anos. Houve uma enxurrada de negócios no mercado à vista em plataformas de negociação, com vendedores elevando os preços em meio à firmeza dos mercados futuro.

O minério com teor de 62 por cento de ferro para entrega imediata, uma referência para o mercado na China, subiu 3,9 por cento, para 85,20 dólares por tonelada, ampliando a alta de 0,4 por cento de sexta-feira, segundo dados do Steel Index.

O quarto trimestre costuma ser um período de recomposição de estoque. Espera-se uma pequena recuperação, portanto este pode ser o começo disso, embora as perspectivas ainda sejam frágeis. Ainda há nervosismo, especialmente sobre o setor de construção civil na China.


Fontes:

Notícias de Mineração
Exame
Uol

44 comentários:

  1. Engraçado duas coisas:

    1) ninguem menciona que uma grande parte da perda da competitividade das mineradoras também decorre da reciclagem,pois ferro velho basta derreter e remoldar, em vez de retirar da terra aquilo que ainda precisa ser beneficiado

    2) por falta de politicas publicas eficientes, num pais da dimensão do brasil, há espaço e necessidade de infra estrutura que consumiria internamente com exito os produtos, como vergalhṍes, barras, tubos e chapas.

    se houvesse, ainda, incentivo à industria nacional, nada disso estaria acontecendo.

    tou falando besteira?

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    1. Anom, vc tem algum dado que aponta o percentual de sucata utilizado hoje na produção mundial de aço?

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    2. https://www.worldsteel.org/dms/internetDocumentList/bookshop/Word-Steel-in-Figures-2013/document/World%20Steel%20in%20Figures%202013.pdf

      aqui tem algumas ideas sobre "scrap steel", da pra tirar uma base do consumo do aço "usado". O minerio depende de um monte de trabalho, enquanto o aço usado é só derreter e eventualmente alterar alguma coisa na composição etc.

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    3. Depois vou ver este relatório com calma.
      Valeu

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  2. O problema maior na minha opinião com relação a produção de ferro, assim como diversos outros setores brasileiros, são a tributação e a falta de infraestrutura.
    As grandes empresas possuem boas infraestruturas mas a tributação ferra com tudo.
    Outro ponto é que as mineradoras sofrem com isso porque estão focando e muito em minérios de ferro, e não diversificando o pacote de commodities. Empresas nos Estados Unidos possuem 2 ou 3 commodities como carro chefe e diversas outras secundárias, e outro ponto interessante também é o que o anônimo acima comentou, ferro recicla, e isso é pouco utilizado aqui no Brasil.

    Uta!

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    1. Justamente Estagiário, a queda da cotação do minério é só o agrabante da questão. O custo Brasil é altíssimo, então, além de estarmos mais longe da China do que os concorrentes, ainda temos o governo como grande concorrente interno...

      "No que se refere à rentabilidade líquida das empresas mineradoras, fica evidente no texto a intenção do Governo em aumentar a participação governamental nas receitas, em detrimento do lucro privado. Busca-se, em especial, aumentar a receita de estados e municípios advindas da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM). A base de cálculo da CFEM deixará de ser o faturamento líquido e passará a ser a receita bruta da venda, deduzidos apenas os tributos efetivamente pagos incidentes sobre a sua comercialização, e a alíquota máxima subirá de 3% para 4%.

      O efeito das mudanças da base de cálculo e da alíquota da CFEM será o fechamento daqueles empreendimentos minerais cujos custos já estão próximos às cotações dos minérios, com a consequente perda de empregos, de geração de riqueza e de arrecadação.

      Diga-se de passagem, a arrecadação da CFEM, mesmo com a legislação vigente, é crescente, tendo saído de R$ 140 milhões, em 2003, para R$ 2,4 bilhões, em 2013, um aumento de 1.600%.

      Com as regras propostas no PL, o próprio Governo estima que a arrecadação da CFEM dobrará2. A esse aumento da CFEM devem ser somadas as taxas incidentes sobre a mineração, criadas ou aumentadas pelo PL. Trata-se, portanto, de tentar capturar para o orçamento público parte dos ganhos das empresas, que cresceram substancialmente nos últimos anos, em função do apetite chinês por minérios."

      http://www.brasil-economia-governo.org.br/2014/04/07/qual-a-finalidade-do-projeto-de-lei-de-novo-codigo-de-mineracao/

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  3. Uórrem, que vc acha? Está na hora de comprar forte essas mineradoras e esperar o trem andar?

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    1. Quais mineradoras? Só vejo uma disponível por aqui, a Vale. Mas qualquer compra agora seria uma aposta de longuíssimo prazo poisnão há perspectivas de aumento do preço do minério ou então uma operação de compra na contra-tendência.

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    2. Sim Uorrem, longo prazo, buy & hold, comprar na baixa e esperar sentado.
      Nos investimentos adoro a contra-tendência, pois dizem aí que 80% das pessoas que tentam investir em ações perdem tudo ou quase tudo investido, não suportando o mercado. Eu quero ir contra esse povo!

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    3. Tem que comprar e esperar sentado então .
      Ontem entrei em BRAP4, mas é para o curtíssimo prazo na contra-tendência.

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    4. Qual o motivo da compra de BRAP4? 8% de Dividendos?

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    5. Não Zé, como falei é operação de curtíssimo prazo, no máximo 5 dias tô pulando fora.

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    6. Então vc tá fazendo trades...

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  4. E aquelas políticas que o governo insiste em manter em cima da Vale, como obrigadção de usar navios brasileiros, isso não impacta fortemente no preço do minério?

    Por que que a gente não exporta aço e ferro ao invés de minério?

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    1. Tudo que o governo faz por aqui atrapalha o minério Dr.
      Exportamos aço também, mas o mercado externo de aço também não está uma Brastemp.

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  5. Parabéns pelo texto Uorrem, deve ter sido muito trabalhosa esta coleta de dados. Não havia ideia que a queda do preço tem relação direta com a mudança da produção da indústria. Imaginava, por pura ignorância, que era fruto da queda do crescimento mundial o fator preponderante para a queda do preço do minério e a consequente queda no valor de mercado da Vale. Será que a Vale está preparada para um mundo menos dependente do minério? Faz alguma coisa a respeito? Abraço!

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    1. Ela tá fazendo sim Burro, está tentando diminuir os custos de logística, diversificando o portfolio, etc. É um monstro de empresa em tamanho mas mesmo assim a gestão está se saindo bem. O setor de minério é cíclico, porque é insumo para outro setor que também é cíclico (siderurgia). E hoje a capacidade instalada das siderúrgicas mundiais é bem superior à demanda. Então o preço do minério não recupera tão cedo.

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    2. Então não entendi o texto. Entendo que a Vale está melhorando sua logística e tem elogiável gestão. Mas as industrias não estão mudando sua produção de modo a não utilizar minério de ferro? Por mais eficiente que seja a empresa o produto não está menos demandado no mercado? O que divago é se a vale faz algo para fazer frente a não utilização crescente do minério de ferro, que pelo texto me fez parecer que é uma nova realidade do mercado.

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    3. A única forma de usar menos minério é usar mais sucata para fabricar o aço, precisamos mensurar o quanto a reciclagem atual de metais está contribuindo para diminuição do uso do minério de ferro, sinceramente não sei.

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  6. Uó,

    Quero distância da Vale! É o que você falou, o boom dos minérios acabou. O momento agora é da educação.

    Abraços!

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    1. Isto mesmo I.L, vai entrar em Kroton mesmo?

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    2. UB,

      Por enquanto não. Ela e a KEPL3 estão no meu radar para 2015.

      Abraços!

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    3. Il, o setor.da educacao tem apresentado.otimos resultados porem acredito que devemos ter cuidado com estes boom. Somente como exemo, e.de forma alguma comparando as empresas, ha 2 anos o boom era as varegistas e a um pouco mais as eletricas...

      Enfim, so a diverisificacao salva :)

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  7. Devem sobrar só as 5 grandes: Vale, Rio Tinto, BHP, Fortescue Metals Group, Anglo American e CSN.

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  8. Off topic

    Nobre Uó, ontem Petr4 deixando Harami de baixa no diário, em cima da LTA, Bollinger Bands se abrindo e IFR levemente sobrevendido e apontando pra cima. Acha que foi uma boa comprar PETRJ55 a 0.34 independente da movimentação de hoje?

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    1. Troll, nem sei como funciona o mercado de opções, não vou poder opinar, rs

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    2. Basicamente estou seguindo a tendência de Petr4 no curtíssimo prazo, apostando que o mercado vai se mover em solavancos.

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    3. Mercado tá bem volátil mesmo. Eu não opero opções, só mercado a vista mesmo. Tinha muito tempo que não fazia trades, mas esta volatilidade toda me atraiu, rs. Fechei dois trades em KLBN e um em BRAP com lucro. Agora abri um em CEMIG na contratendência. Fiz uma primeira entrada hoje, pode ser que faço uma segunda nos próximos dias, ou encerre esta primeira.
      Abraço!

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  9. Puts, perdi um comentario q me levou 20 minutos pra escrever.usando o celular.

    Tem nada ai nao uo sobre diferentes produtos e clientes destas empresas que escrevi?

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  10. Essa queda trata-se de uma conjuntura internacional, más quando a economia aquecer novamente, ele sobe para outros patamares, minério de ferro é essencial para industria.

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  11. Um setor cíclico tem seus altos e baixos. A Vale está aproveitando esse período de baixa para ficar mais enxuta e eficiente, reduzindo custos e focando no seu negócio principal, que é a mineração.

    Por acreditar que a companhia esteja fazendo a coisa certa, mantenho suas ações acrescidas das que comprei este mês, com parte do dinheiro das minhas férias. Agora, cabe a cada um analisar os números e decidir o que fazer com o seu dinheiro.

    Abraço!

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    1. Para o longo prazo é um bom período de aportar penso eu.

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  12. Suas postagens não são tão frequentes, assim como de outros. Vejo você e outros falando que estão cansados das trolagens. E concordo. É uma pena. Este é um ambiente de amadores onde eventuais equívocos falados ao invés de serem criticados deveriam servir de alerta. Assim cresceríamos. Anônimos sem noção e blogueiros sem infância estão destruindo ambiente. Pena.

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    1. falou o guardiao 'camisa nova' depressivo travestido de anonimo

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    2. Estes troller anons são muito carentes, rs

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  13. o que é 'camisa nova'?

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